Estava ansiosa pra saber o que as pessoas poderiam ter achado da minha nova forma de escrever, então não consegui me conter e sai por aí à busca de opiniões. Exigi que fossem sinceras, e consegui aqui e acolá um "Ótimo, não sabia que tu escrevias tão bem". Não me agradei. Gosto de críticas sólidas e baseadas em algo. Críticas construtivas, positivas ou negativas. Então fui mais a fundo e consegui colher outras, um pouco diferente das primeiras. Nessas eu escutei com todas as letras que devia ter ficado seguindo a linha anterior, que era bem melhor assim. Também sem fundamento. Sem erros apontados. De repente, me dei conta de algo. De algo que aprendi com minha alma gêmea de outros tempos, Rainer Maria Rilke (quanta pretensão, hein?). Lembrei-me de algo que ele diz em Cartas a um jovem poeta :
"Pergunta se os seus versos são bons. Pergunta-o a mim, depois de o ter perguntado a outras pessoas. Manda-os a periódicos, compara-os com outras poesias e inquieta-se quando suas tentativas são recusadas por um ou outro redator. Pois bem — usando da licença que me deu de aconselhá-lo — peço-lhe que deixe tudo isso. O senhor está olhando para fora, e é justamente o que menos deveria fazer neste momento. Ninguém o pode aconselhar ou ajudar, — ninguém. Não há senão um caminho. Procure entrar em si mesmo. Investigue o motivo que o manda escrever; examine se estende suas raízes pelos recantos mais profundos de sua alma (...)"
"E se, deste ato de se voltar para dentro de si, desse aprofundamento em seu próprio mundo, resultarem versos, o senhor não pensará em perguntar a alguém se são bons versos."
E foi justamente isso que eu achei. Não importa o quanto os outros não gostem, eu sempre irei gostar, porque foi resultado de uma reflexão interna, de um aprofundamento em meu mundo. Tão sutis, tão espontâneos, deslizando em leve e rápida conexão dos neurônios aos pulsos. Pensamentos brutos, não lapidados. E por isso eles me agradaram mais. Escrevi ainda por esses dias dois textos novos, que aqui vão:
Dias cinza
Chove por dentro
Alagandando-me a alma
Gotas d'água transbordam pelos olhos em cascatas
Marejando-me a face
Uma tempestade ocorre dentro de mim
Trovões de meu medo ecoam ao longe
Nuvens carregadas de ódio chocam-se
Provocando relâmpagos de sentimentos
Outrora tão fracos e apagados
Dias cinza estão por vir
11/01/08
Sentindo ainda teu beijo em minha boca
E teu cheiro em minhas mãos
Minha mente andava ocupada
Com a imagem de teu sorriso
E quando regressava para casa,
Depois de encontrar-te
E o peito apertava
Por que tive que deixar-te
Pedi, obrigada pela saudade,
À gélida brisa da madrugada,
Que um recado te entregasse
Disse a ela que desse por mim
Um doce beijo em tua face
13/01/08
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Tava sufocando, sem poder escrever. Meu blog antigo, como todos já sabem, pifou de vez, e não me permite mais postar lá. O que é uma pena, como todos também já sabem, porque eu adorava aquilo lá, que já tava minha cara. Agora cá estou eu neste recém-nascido. Como uma casa para qual você acaba de se mudar. Não tem quase nada que lhe pertence lá, e você não consegue evitar a sensação de impessoalidade. É como se fosse tudo, menos sua casa. Apenas um lugar pra ficar. E é assim que eu tô me sentindo nesse blog estranho, com templates que não têm nada a ver comigo, e um sistema ainda desconhecido.
Eu também passei por um dos piores hiatos criativos que já tive, que parecia não querer terminar. Mas ontem, quando em plena madrugada não conseguia dormir e fui acometida por palavras torrenciais, pulei da cama, peguei meu caderno (sim, às vezes prefiro caderno à notebook, tá que o notebook me faz sentir uma Carrie Bradshaw escrevendo, mas o caderno e a caneta são mais oldschool) e deixei fluir...
E fluiu, saiu tudo naturalmente, deslizante, nada forçado. Hoje, no meio de um beijo com meu namorado (espero que ele não veja isto) surgiu outro texto na mente. Just out of the blue! E foi assim que eu tratei de dar boa noite e correr pra externar tudo aquilo no papel. (Mentira, eu terminei de beijá-lo, e não apressei nada) Mas é tão bom voltar a escrever, ter algo interessante pra falar...!
Logo, vou postar o texto que fiz ontem, e o de hoje aqui. Eles tão numa linha totalmente diferente de tudo que eu costumava escrever, mais fortes, mais diretos. Talvez seja a tal da maturidade literária chegando (tá bom, sua escritorazinha de gaveta!). Hahaha, mas que é alguma coisa, é. E isso me dá um ânimo enorme, que acaba se refletindo em outras coisas. Ou quem sabe o ânimo enorme é que espelha as outras coisas? Whatever, deixarei de encher linguiça, aqui vão os textos:
Nós, humanos, tão pequenos e vulneráveis
Perdidos no meio de nossas invenções
Tentando achar algum sentido
Banalizando cada ato
Ignorando as perguntas
Seguindo o fluxo
Parados e protegidos dentro de nossas casas,
Dentro de nós mesmos
Efêmeros, tolos, vazios
Egocentrados
Apressados,
Desolados
E no fim, como no começo,
E quem sabe sempre,
Sozinhos.
09/01/08
Corpos descartáveis
Corpo é corpo, em qualquer lugar que você vá
Boca é boca, e beijo é beijo
Qualquer boca é beijável
Corpos servem para ser usados
Usados e abandonados
Corpos são descartáveis
É a alma que se atinge,
Surtindo efeito ou não.
É com a alma que se trabalha.
Corpo é tato
Boca é beijo
Lábios, língua, desejo, vontade
Movimentos
E desejo é desejo,
Não importa onde se vá.
Rostos são fatos
Pessoas não se vêem de fora
E sim por dentro.
Cheiros e gostos,
Beijos e rostos
Todos diferentes
E, logo tão parecidos
Pessoas são pessoas, onde quer que se vá
E nada muda, tudo se repete
O ciclo sempre se recicla,
Sem cessar.
10/01/08
Eu também passei por um dos piores hiatos criativos que já tive, que parecia não querer terminar. Mas ontem, quando em plena madrugada não conseguia dormir e fui acometida por palavras torrenciais, pulei da cama, peguei meu caderno (sim, às vezes prefiro caderno à notebook, tá que o notebook me faz sentir uma Carrie Bradshaw escrevendo, mas o caderno e a caneta são mais oldschool) e deixei fluir...
E fluiu, saiu tudo naturalmente, deslizante, nada forçado. Hoje, no meio de um beijo com meu namorado (espero que ele não veja isto) surgiu outro texto na mente. Just out of the blue! E foi assim que eu tratei de dar boa noite e correr pra externar tudo aquilo no papel. (Mentira, eu terminei de beijá-lo, e não apressei nada) Mas é tão bom voltar a escrever, ter algo interessante pra falar...!
Logo, vou postar o texto que fiz ontem, e o de hoje aqui. Eles tão numa linha totalmente diferente de tudo que eu costumava escrever, mais fortes, mais diretos. Talvez seja a tal da maturidade literária chegando (tá bom, sua escritorazinha de gaveta!). Hahaha, mas que é alguma coisa, é. E isso me dá um ânimo enorme, que acaba se refletindo em outras coisas. Ou quem sabe o ânimo enorme é que espelha as outras coisas? Whatever, deixarei de encher linguiça, aqui vão os textos:
Nós, humanos, tão pequenos e vulneráveis
Perdidos no meio de nossas invenções
Tentando achar algum sentido
Banalizando cada ato
Ignorando as perguntas
Seguindo o fluxo
Parados e protegidos dentro de nossas casas,
Dentro de nós mesmos
Efêmeros, tolos, vazios
Egocentrados
Apressados,
Desolados
E no fim, como no começo,
E quem sabe sempre,
Sozinhos.
09/01/08
Corpos descartáveis
Corpo é corpo, em qualquer lugar que você vá
Boca é boca, e beijo é beijo
Qualquer boca é beijável
Corpos servem para ser usados
Usados e abandonados
Corpos são descartáveis
É a alma que se atinge,
Surtindo efeito ou não.
É com a alma que se trabalha.
Corpo é tato
Boca é beijo
Lábios, língua, desejo, vontade
Movimentos
E desejo é desejo,
Não importa onde se vá.
Rostos são fatos
Pessoas não se vêem de fora
E sim por dentro.
Cheiros e gostos,
Beijos e rostos
Todos diferentes
E, logo tão parecidos
Pessoas são pessoas, onde quer que se vá
E nada muda, tudo se repete
O ciclo sempre se recicla,
Sem cessar.
10/01/08
sábado, 15 de dezembro de 2007
A chuva cai com uma força imensa, e pela janela, seus pingos conseguem chegar até mim e molhar meu rosto, me trazendo uma gelada saudação da vida lá fora. Há muito tempo que não chovia assim,e chuva sempre me traz alegria, por mais nostálgica que seja. E ela continua, incessante.
Caindo sobre a luz amarelada do poste, acompanhada pela triste melodia que paira no ar, porém mais acelerada. Porque quando chove tudo fica mais romântico, mais intenso, mais bonito? Isso é inegável. O que seria, por exemplo, de uma cena típica de beijo-reconciliação entre casais nos filmes sem aquela chuvinha caindo, deixando-os molhados e vulneráveis, e abrançando-os com toda sua atmosfera aconchegante? Perderia toda a magia, simplesmente! E eu adoro, adoro. O friozinho que fica, o piso molhado, as fortes, as fracas, os trovões, que fazem com que peçamos abraços ou nos escondamos debaixo das cobertas, o cheirinho de terra molhada, rainwalks, e a sensação revigorante que se tem depois de um bom banho de chuva. Parece que tudo vai ficar bem quando chove, que tudo vai se ajeitar... E ainda tem gente que consegue dizer que odeia chuva, como pode?
.
http://www.youtube.com/watch?v=p5lwctT0sY4
Um vídeozinho pra comprovar meus argumentos ;) Ótimo filme, por sinal. A trilha sonora é fueda. (ouçam alto!)
Caindo sobre a luz amarelada do poste, acompanhada pela triste melodia que paira no ar, porém mais acelerada. Porque quando chove tudo fica mais romântico, mais intenso, mais bonito? Isso é inegável. O que seria, por exemplo, de uma cena típica de beijo-reconciliação entre casais nos filmes sem aquela chuvinha caindo, deixando-os molhados e vulneráveis, e abrançando-os com toda sua atmosfera aconchegante? Perderia toda a magia, simplesmente! E eu adoro, adoro. O friozinho que fica, o piso molhado, as fortes, as fracas, os trovões, que fazem com que peçamos abraços ou nos escondamos debaixo das cobertas, o cheirinho de terra molhada, rainwalks, e a sensação revigorante que se tem depois de um bom banho de chuva. Parece que tudo vai ficar bem quando chove, que tudo vai se ajeitar... E ainda tem gente que consegue dizer que odeia chuva, como pode?
.
http://www.youtube.com/watch?v=p5lwctT0sY4
Um vídeozinho pra comprovar meus argumentos ;) Ótimo filme, por sinal. A trilha sonora é fueda. (ouçam alto!)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Mais de 24h sem dormir
Quase 08:00 da manhã, e eu ainda não dormi nada.
Desde ontem. Primeiro dia de férias, olheiras, brigas, preguiça, reconciliações, carteiras de cigarro acabando.
E agora, para tentar fazer com que o sono venha, música do Sigur Rós, trilha de Vanilla Sky. Na cena mais perfeita, by the way.
Quando acordar eu escrevo melhor, afinal me empolguei agora que consegui dar um jeitinho no blog! :}
http://www.youtube.com/watch?v=EqWEkam9H4w&feature=related
Desde ontem. Primeiro dia de férias, olheiras, brigas, preguiça, reconciliações, carteiras de cigarro acabando.
E agora, para tentar fazer com que o sono venha, música do Sigur Rós, trilha de Vanilla Sky. Na cena mais perfeita, by the way.
Quando acordar eu escrevo melhor, afinal me empolguei agora que consegui dar um jeitinho no blog! :}
http://www.youtube.com/watch?v=EqWEkam9H4w&feature=related
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Imergindo e emergindo
"A maioria das pessoas se ferem,fazem um curativo e continuam a vida. Eu continuo sangrando." Elizabeth Wurtzel
Depois de tanto sumiço, estou de volta. Perdoem,estava passando por uma péssima fase. Muita gente sabe/soube do que eu estou falando. De qualquer forma, a fase passou. Mas eu não fui forte o suficiente. Escolhi o caminho mais fácil para amenizar a dor. E depois de algumas camadas de maquiagem nos fatos, lá estamos nós. "Lá e de volta outra vez", já diria o causador.
Não sei se é bom ou se é ruim. E não sei como será daqui pra frente. Mais creio que só acontece o que tem que acontecer. E nós aprendemos, querendo ou não, sofrendo ou não, gostando ou não.
A verdade é que todos estamos à mercê do destino. Ele só nos dá os fatos para podermos escolher, mas ninguém é livre nas escolhas. E cada vez mais tenho provas disso.
A pergunta que me é temível é "Foi o certo a ser feito?". Mas logo me acalmo, pois se aprendi algo com essa história toda, foi a não me precipitar. E como dizem por aí, viver um dia de cada vez. Além disso, se eu errei, e daí? Foda-se! Todos têm este direito! E daí se fui fraca? Pelo menos estou melhor assim. Intensidade não é para todos. E os que são, sabem o quanto é difícil.
Daqui pra frente, como vai ser eu não sei... ninguém sabe, na verdade.
"Claro, o dia de amanhã cuidará do dia de amanhã, e tudo chegará no tempo exato. Mas e o dia de hoje?"
Como já dizia Caio Fernando Abreu na frase acima.
Hoje eu escolho hoje. Quero o agora. deixo o amanhã para depois. Sinceramente, eu cresci. Desisti do mundo fictício feito de minhas utopias. Agora terei que me readaptar. Mas é assim mesmo que funciona.
Lembro que durante essa fase eu andava repetindo pra mim mesma. "Por favor, eu não quero cair!", e sentia que estava caindo a todo momento. Foi uma provação interminável de auto-controle. Agora voltei a sentir o chão debaixo dos meus pés.
O terreno pode não ser dos mais seguros, mas é tudo temporário e mutável. Eu só não havia aceitado isto.
Depois de tanto sumiço, estou de volta. Perdoem,estava passando por uma péssima fase. Muita gente sabe/soube do que eu estou falando. De qualquer forma, a fase passou. Mas eu não fui forte o suficiente. Escolhi o caminho mais fácil para amenizar a dor. E depois de algumas camadas de maquiagem nos fatos, lá estamos nós. "Lá e de volta outra vez", já diria o causador.
Não sei se é bom ou se é ruim. E não sei como será daqui pra frente. Mais creio que só acontece o que tem que acontecer. E nós aprendemos, querendo ou não, sofrendo ou não, gostando ou não.
A verdade é que todos estamos à mercê do destino. Ele só nos dá os fatos para podermos escolher, mas ninguém é livre nas escolhas. E cada vez mais tenho provas disso.
A pergunta que me é temível é "Foi o certo a ser feito?". Mas logo me acalmo, pois se aprendi algo com essa história toda, foi a não me precipitar. E como dizem por aí, viver um dia de cada vez. Além disso, se eu errei, e daí? Foda-se! Todos têm este direito! E daí se fui fraca? Pelo menos estou melhor assim. Intensidade não é para todos. E os que são, sabem o quanto é difícil.
Daqui pra frente, como vai ser eu não sei... ninguém sabe, na verdade.
"Claro, o dia de amanhã cuidará do dia de amanhã, e tudo chegará no tempo exato. Mas e o dia de hoje?"
Como já dizia Caio Fernando Abreu na frase acima.
Hoje eu escolho hoje. Quero o agora. deixo o amanhã para depois. Sinceramente, eu cresci. Desisti do mundo fictício feito de minhas utopias. Agora terei que me readaptar. Mas é assim mesmo que funciona.
Lembro que durante essa fase eu andava repetindo pra mim mesma. "Por favor, eu não quero cair!", e sentia que estava caindo a todo momento. Foi uma provação interminável de auto-controle. Agora voltei a sentir o chão debaixo dos meus pés.
O terreno pode não ser dos mais seguros, mas é tudo temporário e mutável. Eu só não havia aceitado isto.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Sometimes i just feel like we're living in a prozac nation...

"How can i escape from the demons in my head?"
"What i want is for someone to understand, but they don't really. And that makes the platitudes harder to bear."
" I didn't fit in with most kids at schools. They thought I was strange, so they made me feel like a stranger."
"Boys never used to notice me before. I wasn't even on their list of alternatives."
"I'm just really fucked up.
I'm like a defective model and you don't know that until you've been around me a while. Some days i wake up and i feel so flat-out, fucked, that i'll do anything to feel diferent."
"The same way i went down i came back up gradually and then suddenly."
.
E é por isso que eu digo e repito que essa mulher é uma outra Érika perdida por aí!
Como podemos pensar tão parecido? Gosh!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Solidão, Bahia e chorumelas...
Como lutar contra a solidão
Sorria o tempo todo
Brilhe os dentes até não fazer mais sentido
Disfarce-os com mentiras
E o que for de dar errado
Vai te seguir
Para combater a solidão
Ria de qualquer piada
Suma com sua cegueira vazia
encha seu coração de fumaça
E a primeira coisa que você quiser
Será a ultima coisa que você precisará
É assim que você luta contra isso
Apenas sorria todo o tempo
Apenas sorria todo o tempo...

Amo essa música. Sabe quando você sente raiva por não ter sido a pessoa que escreveu certa coisa? Pois é! =|
.
Fodi com minha garganta! Fumei uma carteira inteira numa noite, e uma inteira no outro dia. Não deu pra mim. Não sei a culpa de eu estar assim agora seja essa realmente, mas tô mal, muito mal! Physically and psicologically. Mas tento não demonstrar e dar um jeito de juntar os cacos... às vezes, porque às vezes It's exhausting to keep smiling when your toes are bleeding on the floor.
Nesses últimos dias tenho me lembrado do tempo na Bahia. Será porque fez um ano que eu fui pra lá? Queria me lembrar melhor, e claramente. Mas não consigo, as lembranças são turvas e confusas. Pudera, né? *Agora me toquei que a foto que tô postando é da época da Bahia*. Olha aí, that's the unconscious talking!
Às vezes eu sinto vontade de voltar pra lá. Talvez nem vontade... necessidade, talvez. Me fez tanto bem! Voltei outra pessoa. Pena que foi só um alívio imediato, e agora tô de volta à estaca zero.
Apesar da saudade que eu sentia da família e do namorado na época, eu me sentia confortável lá. (comfortably numb! hahaha, literalmente!)
Enfim... pra fechar as chorumelas e os queixumes, tô engordando de novo. (Outro fato, na época da BA eu emagreci 5kg, sem esforço algum. Na época de agora, eu engordei 5kg sem esforço algum. hshaushuahs +_+)
Minha Hamster (na verdade é de Lorenna), a Maria Antonietta, me odeia. Faz xixi e cocô em mim quando eu tento pegá-la pra fazer carinho, me morde, foge, pula, e grita. Acho que ela não vai durar muito tempo. :~
E ver hamsters é uma coisa que deprime a gente. Que vida mais meaningless! Correr numa rodinha o dia todo, ficar preso numa gaiola minúscula e comer. "Pelo menos eu não nasci hamster!"
Ai, ai...
Sorria o tempo todo
Brilhe os dentes até não fazer mais sentido
Disfarce-os com mentiras
E o que for de dar errado
Vai te seguir
Para combater a solidão
Ria de qualquer piada
Suma com sua cegueira vazia
encha seu coração de fumaça
E a primeira coisa que você quiser
Será a ultima coisa que você precisará
É assim que você luta contra isso
Apenas sorria todo o tempo
Apenas sorria todo o tempo...

Amo essa música. Sabe quando você sente raiva por não ter sido a pessoa que escreveu certa coisa? Pois é! =|
.
Fodi com minha garganta! Fumei uma carteira inteira numa noite, e uma inteira no outro dia. Não deu pra mim. Não sei a culpa de eu estar assim agora seja essa realmente, mas tô mal, muito mal! Physically and psicologically. Mas tento não demonstrar e dar um jeito de juntar os cacos... às vezes, porque às vezes It's exhausting to keep smiling when your toes are bleeding on the floor.
Nesses últimos dias tenho me lembrado do tempo na Bahia. Será porque fez um ano que eu fui pra lá? Queria me lembrar melhor, e claramente. Mas não consigo, as lembranças são turvas e confusas. Pudera, né? *Agora me toquei que a foto que tô postando é da época da Bahia*. Olha aí, that's the unconscious talking!
Às vezes eu sinto vontade de voltar pra lá. Talvez nem vontade... necessidade, talvez. Me fez tanto bem! Voltei outra pessoa. Pena que foi só um alívio imediato, e agora tô de volta à estaca zero.
Apesar da saudade que eu sentia da família e do namorado na época, eu me sentia confortável lá. (comfortably numb! hahaha, literalmente!)
Enfim... pra fechar as chorumelas e os queixumes, tô engordando de novo. (Outro fato, na época da BA eu emagreci 5kg, sem esforço algum. Na época de agora, eu engordei 5kg sem esforço algum. hshaushuahs +_+)
Minha Hamster (na verdade é de Lorenna), a Maria Antonietta, me odeia. Faz xixi e cocô em mim quando eu tento pegá-la pra fazer carinho, me morde, foge, pula, e grita. Acho que ela não vai durar muito tempo. :~
E ver hamsters é uma coisa que deprime a gente. Que vida mais meaningless! Correr numa rodinha o dia todo, ficar preso numa gaiola minúscula e comer. "Pelo menos eu não nasci hamster!"
Ai, ai...
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